Existem vários protocolos/métodos propostos de jejum intermitente em prática atualmente.
Alguns dos mais comuns incluem o jejum de dias alternados que envolve jejum de 24 horas em dias alternados, e o método 5:2 com jejum de 24 horas duas vezes por semana e uma dieta de baixa caloria consumida em 2 outros dias da semana.
A alimentação com restrição de tempo é outra abordagem popular onde o jejum ocorre diariamente com horas variáveis, mas geralmente a alimentação ocorre durante um período de 6 horas com café da manhã e jantar antes das 15 horas, permitindo que a duração do jejum seja de 14–18 h.
É complicado falar de jejum intermitente, pois sabemos que existem aplicações promissoras, mas pouco se sabe sobre a sustentabilidade a longo prazo e os efeitos na saúde.
Pesquisas indicam que o ritmo circadiano é a força motriz por trás da coordenação do equilíbrio entre as atividades anabólicas e catabólicas e o jejum possivelmente afeta positivamente esse sistema.
O jejum pode ser desafiador, portanto, sua aplicação pode ser discutível, sendo assim, é preciso analisar se você se adapta a essa estratégia.
As evidências que documentam os efeitos nocivos do jejum intermitente são escassas, principalmente porque a duração da avaliação dos estudos é de semanas a meses. Alguns dos efeitos adversos comumente relatados incluem hipoglicemia, tontura e fraqueza.
Jejum intermitente é uma estratégia que pode ser aplicada, porém, não deve ser colocada acima dos protocolos tradicionais. Sempre busque orientação de um profissional nutricionista para não colocar seus resultados e sua saúde em risco!